• Cristalwolf

Pedras e Cristais: Quais informações e fontes estão corretas?



Cristais de quartzo são conhecidos pela sua capacidade notória de acumular éter (energia), é possível encontrar esta informação em respeitáveis livros de magia. Porém a questão que sempre me intrigou foi a variedade de formas, cores e composições de cristais, é claro que cada um destes aspectos influencia diretamente em sua função, porém como chegar ao consenso sobre o que cada pedra é capaz de fazer? Como entender e usar o potencial máximo de cada espécime?


Nos últimos anos houve uma “gourmetização” desse assunto. Hoje o que mais temos na internet e nas cidades afora são cursos de terapia com cristais entre outros que dizem que todos os cristais são bons para a saúde etc… etc… Porém em minhas pesquisas e experiências eu descobri que alguns tipos de cristais emitem radiação (como o quartzo fumê), outros são venenosos (como a malaquita) e não há menção à estes detalhes nos cronogramas dos cursos que analisei. Não obstante, também reli alguns livros modernos sobre cristais e percebi que todos falavam as mesmas coisas e também cometiam os mesmos erros. Portanto, fui atrás da fonte destes livros e fiquei perplexa ao perceber que um é a cópia de outro mais antigo seguido de outro em uma fila incessante de cópias até chegar em lugar nenhum. Não há embasamento em outros livros sérios de magia que concordem com grande parte das informações que constam nos livros atuais sobre cristais.


Outra parte preocupante: Analisando as descrições das composições dos cristais e as fichas com informações sobre a pedra, as correspondências não batem. Por exemplo: Por que um quartzo rosa é uma pedra do signo de Touro? De onde veio este embasamento? Olhando pela composição geológica do quartzo rosa, o que dá a cor rosada ao cristal são fragmentos de titânio e fosfato. Nenhum destes elementos está ligado com as correspondências de Touro que no caso, é Vênus (pelo menos não até onde estudei).


Percebi que grande parte destas informações sobre cristais não passa de uma manobra de marketing para atrair pessoas que não são magistas para consumir mais e mais produtos do gênero. Mas este não é o ponto que quero chegar, o ponto em questão é: e para nós magistas? Como podemos entender os cristais e utilizar o máximo de seus potenciais se grande parte das informações que temos é controvérsia?


Não, eu não tenho a resposta pra isso. Esta é uma discussão aberta e um convite para estudarmos os cristais individualmente e criarmos um novo acervo de informações.


Eu tenho registro de estudos e experiências que realizei com alguns espécimes diferentes de cristais e plantas, aos poucos vou relatar aqui no grimório online da Axioma e atualizá-lo sempre que possível. Encorajo a todos a registrarem suas experiências também, e se sentir à vontade, por favor compartilhe conosco. Participe do nosso grupo no Facebook clicando AQUI.



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